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07_________
Análise do Livro – 5
Capítulo 4 do livro O Prisma
de Lira de autoria de Lyssa Royal e Keith Priest.
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4 – O Fator Sírio
“Radiante como o astro que surgiu no
tempo da colheita, brilhando em meio ao cúmulo de estrelas,
no mais escuro da noite, a estrela que os homens chamam o Cão
de Órion. A mais luminosa, mas interpretada como um sinal
malévolo, trazendo muita febre para os homens infelizes...”
A Illiada
“Ele vem ricamente vestido, em muitas
cores.”
M. MARTIN, 1907
O reino de Sírio
foi o primeiro a ser explorado pelas consciências curiosas que
haviam passado pelo Prisma de Lira e haviam se separado
dos Fundadores. Sírio representa um símbolo muito
importante para toda a Família Galáctica, o símbolo
da tríade. Embora ainda não tenha sido confirmado cientificamente
pela maioria dos astrônomos, Sírio é um grupo ternário
de estrelas.9
9 – Alguns astrônomos como Van Der Bos e
Finsem do Union Observatory especularam, já em 1920, que Sírio,
verdadeiramente, era um grupo ternário de estrelas. Também
o fez, mais recentemente, D. Lauterborn. Não obstante ainda não
foi encontrado nenhum dado apto para confirmar essa especulação.

A ciência astronômica
até aqui já confirmou que Sírio é uma
estrela de sistema binário: Sirius A e Sirius B.)
http://www.solstation.com/stars/sirius2.htm

Estrela Sírios na constelação
do Cão Maior
Esse grupo representa, simbolicamente, o padrão
– duas polaridades na base do triângulo unindo, ou integrando,
essas polaridades no ápice. Desse modo se reflete o fundamento
básico do desejo da Família Galáctica: fundir-se,
novamente, graças à união das polaridades.
Depois do começo muitas consciências que
escolheram ficar no estado não físico se sentiram atraídas
para o reino de Sírio. Foi ali onde realizaram o trabalho de
base, tanto físico como o não físico, para o papel
vital que Sírio iria representar no drama que se estava desenrolando.
Eles se converteram nos primeiros engenheiros genéticos e
etéricos** que seguiram os passos dos Fundadores.
**Engenheiros genéticos e etéricos:
vejam, na linguagem de Ramatis, (espírito) contida em seu livro
Mensagens do Astral, psicografado por Hercílio Maes, o que ele
ensina sobre Engenheiros Siderais: “Os Engenheiros
Siderais são entidades espirituais de elevada hierarquia no Cosmo,
as quais interpretam e plasmam o pensamento de Deus na forma dos mundos
e de suas humanidades. Através da ação dinâmica
do Verbo – que podeis conceituar como pensamento “fora de
Deus” – aquilo que permaneceria em condições
abstratas na Mente Divina revela-se na figura de mundos exteriores.”
Antecipando ao que iria acontecer, estes Sírios
não físicos começaram a criar (mediante a transmutação
de energia em matéria) um mundo de terceira densidade que eventualmente
seria capaz de abrigar vida física. Também criaram outros
domínios com uma vibração enfocada para as consciências
que iriam escolher existir ali em estados não físicos.
Devido a isso, graças a suas habilidades de criar feudos adequados
para todas as manifestações de consciências, passaram
a ser conhecidos como os Anciões de Sírio.
Durante os conflitos entre os liranos e os habitantes
de Vega representantes de ambas as polaridades moraram nos campos de
Sírio com o desejo de conseguir ali a integração.
Os Anciãos de Sírio se prepararam para a forte
afluência, tanto de energia positiva como a negativa. Tinham conhecimento
do tipo de situações que iriam se apresentar.

Figura 04A – Representação
do que se possa chamar de migração, ou transferência,
de porções das raças de Lira e de Vega para
os domínios da região de Sírios.
Os habitantes de Vega que escolheram viver nos domínios
de Sírios decidiram encarnar-se fisicamente dentro de uma realidade
de terceira densidade. Culturalmente estavam muito fixados na polaridade
masculina e sua filosofia era de dominação, a qual, na
quarta densidade, era cada vez mais difícil de manter. Eles perceberam
que teriam que dominar seu meio ambiente e controlar a evolução.
Segundo eles, isso lhes permitiria obter maestria sobre seu reino e,
neste ponto de vista, sua evolução progrediria a ritmo
acelerado.
Devido a esse desejo, os habitantes de Vega começaram seus planos
para colonizar um planeta que orbita um dos sóis de Sírio.
Se fossem manter sua orientação filosófica de dominação,
a polarização natural, inerente a esta filosofia, só
poderia perpetuar-se numa existência da terceira densidade. Estariam,
estreitamente, ligados ao físico, criando um véu de ilusão
e de esquecimento, mais denso ainda que o que existe, atualmente, na
Terra.
Este véu de ilusão e esquecimento
é o que acontece com todos os encarnados na Terra. Não
lembramos nossa origem e nem situação alguma vivenciada
em encarnações anteriores e temos a ilusão de que
o mundo matéria é sólido e que é a única
realidade no cosmo.
Eles estavam tão seguros de suas próprias
habilidades (e tão pouco conscientes da atração
de separação, existente na terceira densidade) que começaram
a acelerar, apressadamente, o processo evolutivo das espécies
parecidas aos primatas que se desenvolviam no mundo que eles haviam
escolhido. No momento em que o DNA da espécie indígena
se tornou compatível com seus planos, eles começaram a
encarnar-se. (Figura 04B)

Quase imediatamente, estes novos sirianos perderam
sua memória com respeito à conexão com Vega. O
véu era demasiado denso. Seus planos de criar o esquecimento
foram tão fortes que não recordaram nada de suas origens.
Eles não estavam interessados em exercer atividades criativas.
Só queriam manter sua estrutura de autoridade. Quando suas ânsias
se traduziram em realidade física, criaram uma cultura impulsionada
pelo desejo de dominação. Sobre os outros e sobre todo
o universo que os rodeava.
Quando o planeta negativo Sírio já estava
em pleno desenvolvimento, um grupo de Lira decidiu aventurar-se ao sistema
de Sírio. Estes seres escolheram ficar nos ambientes não
físicos. Sua orientação estava polarizada para
a ideia do serviço
aos demais. Estavam, particularmente, interessados na cura física
das pessoas com dor. A combinação de sírios negativos
(que negaram seu Eu espiritual) e os sírios positivos, não
físicos, originalmente de Lira (que entenderam que era seu dever
curar os que sofriam) criou uma dinâmica de tensão que
ecoou por todo o sistema Sírio e até muito além.
“Serviço aos demais”: Pode
ser entendido como expansão da consciência no cumprimento
da meta maior da existência, que é o Amor. E´ o oposto
ao Serviço a si mesmo, egoísmo.
Assim começou a saga.

Os positivos começaram a bombardear
aos negativos, a níveis inconscientes e subconscientes,
com energia amorosa e curadora. Como os negativos estavam tão
estreitamente determinados, isto lhes criou mal estar psicológico.
Quanto mais os negativos resistiam, mais energia curadora enviavam
os positivos. A tensão que se produziu com esta interação
foi muito incômoda para todas as consciências arraigadas
dentro do sistema Sírio. (Figura 04C)
Finalmente intervieram os Anciãos de Sírio.
Decidiu-se transladar de novo o conflito a outro lugar.
Desta vez iriam tentar conseguir a integração sob a perspectiva
um pouco menos polarizada. Os Anciãos buscaram um lugar para
este conflito. Não demorou muito tempo para descobrir as propriedades
eletromagnéticas do campo ambiental chamado Órion. Foi
assim que começou o mito de como Sírio, o astro da constelação
do Cão Maior, passou a mostrar o caminho ao Caçador -
Órion. (Figura 04D)


Constelação de Órion
Sua figuração é a de um caçador com
um braço erguido e o outro segurando a cabeça de
um leão. Constelação na qual estão
as três estrelas popularmente chamadas de as três
Marias.

Uma vez eliminado o conflito inicial do sistema de Sírios,
a civilização física ali permaneceu. Eles haviam
se distanciado tanto do espírito, inclusive até à
beira da morte, que uma reencarnação imediata acontecia
no sistema, distanciando-os de qualquer forma de existência que
não fosse a física. Por isso a maioria da sociedade negativa
nem sequer se apercebeu da existência de um conflito, e, por isso,
não se deu conta de sua aproximação ao sistema
de Órion. Sua sociedade seguia envolta nas brumas do esquecimento.
Aqueles que desejavam uma integração dos opostos negativo/positivo,
iam, agora, de Lira/Vega a Órion, em lugar de ir a Sírio.
Algumas vezes, pouco frequentes, uma alma do mundo negativo de Sírio
despertava e avançava para a arena de Órion.
Do ponto de vista da polaridade positiva (não
física) de Sírio, agora se estava em condições
de influenciar, diretamente, aos negativos que sofriam. Houve muitos
que, alegremente, se aventuraram a visitar Órion para efetuar
essa missão. Outros preferiram ficar no domínio de Sírio,
concentrando suas habilidades curadoras em outros objetivos. Outros
seres positivos de Lira se uniram à luta de Órion.
Assim nasceu a História Galáctica.
Por causa do desejo dos sirianos positivos
de facilitar a cura física (seu desejo de servir ao físico
em lugar de escolher uma encarnação) se aliaram com as
energias de Arcturos. (Figura 04E) Arcturo
está encaminhado para o plano da cura emocional. Juntos formam
a matriz Sírios/Arcturos. Essa matriz vem encontrando seu caminho
para quase todos os planetas físicos dentro da Família
Galáctica na forma de energia holística, que
representa a cura do corpo, da mente e do espírito. (Figura
04F)

Arcturos é a estrela alfa da
constelação do Boiadeiro. E´ a quarta estrela mais
brilhante, vista, porém, só do hemisfério norte
da Terra.

O planeta Terra tem conhecido a matriz Sírios/Arcturos
de muitas maneiras. E´ uma energia arquetípica que uma
pessoa, ou a sociedade, pode utilizar para muitos propósitos.
Esta energia arquetípica é maleável e pode ser
plasmada para qualquer finalidade. Seja qual for a forma, sempre estará
a serviço do físico. A matriz Sírios/Arcturos lembra
os fragmentos de sua conexão com o Todo e suas habilidades
naturais de autocura.
Embora seja apenas uma pequena percentagem, um grupo
de sírios positivos decidiu, também, encarnar-se no mundo
físico. Não obstante, eles rejeitaram a forma humanoide
por outra mais representativa de sua própria natureza. Esta forma
é a forma dos cetáceos. Golfinhos e baleias representam
uma tradução da energia de Sírio ao mundo físico
e polarizado. Na simbologia arquetípica, a água representa
o subconsciente. Os cetáceos estão ali, silenciosamente
– nos oceanos da Terra e no mar do subconsciente da humanidade.

Eles permanecem ali para nos recordar o potencial que
tem a humanidade para a integração. De todas as energias
que são partes da Família Galáctica imediata, a
energia de Sírio é a mais utilizada na Terra.
A palavra Sírios
significa “o que brilha” ou “o que aquece”,
também é chamado de “Estrela Cão” e
“Estrela do Nilo”. Talvez porque seja a estrela mais brilhante
e a segunda estrela mais próxima, visível da Terra (sua
distância é de 8,7 anos luz). Muitas culturas antigas,
sobre tudo a egípcia, reconheceram a importância da energia
de Sírios.
Às vezes, a consciência de Sírios
pode escolher densificar sua frequência para que esta seja visível
para os humanos da terceira densidade. Durante muitas dinastias egípcias
era bastante comum receber uma visita de um siriano sob o disfarce de
um de seus deuses (como, por exemplo, Isis, Osíris e Anúbis).
Esses “costumes” facilitavam aos egípcios honrar
suas presenças e, comumente, estas visitas evocavam memórias
de tempos muito antigos, quando os “deuses” caminhavam,
abertamente sobre a Terra.

Esses sírios proporcionaram aos egípcios
(como a muitas outras culturas terrestres) informações
muito avançadas sobre astronomia e medicina. Inclusive hoje em
dia os estudiosos deste tema se perguntam pela origem destas informações.
Ao outro lado do globo, a cultura maya teve sua própria
relação com Sírio.

Legado arquitetônico Maia
Avançadas práticas médicas e informação
astronômica galáctica lhes foi repassada. Ainda hoje os
investigadores modernos não são capazes de decifrar essas
informações. Sua relação com Sírio
foi muito mais pessoal. Aqueles mayas foram, de certa forma, turistas
procedentes dos domínios de Sírio (encarnados aqui
na Terra) que queriam experimentar o físico numa proximidade
maior.
Suas relações com os sírios foram
tão íntimas que, de fato, estes últimos compartilharam
com eles a tecnologia da transmutação – converter
a matéria em pura energia/consciência. Quando conseguiram
aprender as lições, a raça maya desapareceu, (se
transmutou), deixando atrás de si um caminho para os humanos
os seguir.
Os autores, neste parágrafo acima,
citam que a raça maia se transmutou, isto é, de corpos
físicos passaram a corpos etéreos. Portanto, invisíveis
aos humanos. Isso é intrigante porque há consenso entre
os pesquisadores: nenhum deles consegue entender o sumiço dos
Maias. Para nós, simplesmente, desapareceram da face da Terra
sem deixar rastros. Terão mesmo se transmutado ?
Esses sírios deixaram muitas cápsulas
do tempo e quebra cabeças atrás de si para as futuras
gerações. Um desses quebra cabeça é o crânio
de cristal.

O mais famoso crânio foi
encontrado em 1926 por Frederick A. Mitchell Hodges, nas ruínas
de Lubaantúm, em território maia.
http://www.imagick.org.br/pagmag/Mystery/myst80.html
O crânio de cristal poderia representar
a natureza infinita do homem e da consciência. Reparando em suas
profundezas, pode-se divisar o passado e o futuro. Os humanos ainda
não aprenderam a traduzir os dados e emoções que
são desencadeadas quando se observa fixamente sua esfera. Talvez
um dia os códigos contidos dentro desse crânio originem
centelhas de memória na humanidade, tal como foi, provavelmente,
a intenção dos sírios. Eles são o principal
grupo que, disfarçados de muitas formas, deixaram pistas sobre
o passado da Terra.
E´ importante dar-se conta de que não se
deve referir-se aos sírios como um grupo de extraterrestres,
porém, entende-los como um grupo de consciências
expressando-se a si mesmas tanto fisicamente como no não físico.
Eles têm sido uma força inspiradora para as civilizações
em desenvolvimento na Terra.
Tal como veremos mais adiante, eles são os personagens
principais na criação da espécie humana da Terra.
(Figura 04H) Voltando, agora, ao planeta
negativo de Sírio, a Terra tem uma tradução
análoga daquela filosofia. A prática que se denomina “magia
negra” ou “arte negra” tem suas raízes na filosofia
dos sírios negativos. Na cultura egípcia, a organizada
devoção às forças negativas teve lugar nos
templos de Set, onde existiam, também, sacerdotes dedicados,
especificamente, a essas artes negras.

Esta filosofia rejeita a ideia de uma nova inserção
no tecido universal. Aqueles que praticam essa filosofia se consideram
únicos, egocêntricos e separados de todos os demais. A
ilusão que criaram é a não aceitação
da responsabilidade de seus atos. Com frequência, por causa disso,
custam-lhes muitas vidas, muitas lições, para reconhecer
que seus atos e suas crenças fundamentam a própria realidade
da qual tentam escapar.
Outra manifestação da influência
de Sírio aqui na Terra, numa perspectiva ligeiramente negativa,
são os Illuminati.
Os Illuminati são um grupo de extraterrestre físico
e não físicos encaminhados negativamente (inclusive há
alguns que estão orientados positivamente) que vieram à
Terra como seres físicos durante a infusão das dimensões.
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10 – O grupo dos Illuminati não se compõe
só de sírios. Outras coletividades, tais como os habitantes
de Órion, formam parte da estrutura do grupo dos Illuminati.
Estes seres, num momento dado, sentiram que não
recebiam o reconhecimento (ou o poder) que pensavam merecer.11
Muitas destas primeiras consciências, procedentes de fora do planeta,
que interatuam com a humanidade, haviam permitido que suas energias
e suas “histórias” evolucionassem até converter-se
em arquétipos para a Terra.
11 – Estes seres representam, unicamente, uma
pequena porcentagem de consciências de Sírio. Desde o começo
da Terra, o planeta tem desenvolvido relações fortes e
positiva com seres de Sírio, sendo isto um dos suportes mais
importantes para a humanidade.
Suas objetividades se resumem no controle. Se não
podem controlar aos outros, se sentem como se não existissem...
e lhes atemoriza a não existência. Por este motivo têm
intentado interferir no desenvolvimento da Terra desde o princípio.
Iguais aos insetos nocivos são um estorvo, mas, raramente, causam
problemas sérios. Só se encontrarão indivíduos
que não têm nenhum sentido de seu próprio poder
naquelas estruturas de poder da Terra que se baseiam no medo ou na impotência.
Eles não têm nenhuma influência se a pessoa não
permitir. Ao final, tudo se resume em reconhecer o próprio poder.
A última representação concernente
a manifestações contemporâneas da energia de Sírio
tem a ver com a aparição de extraterrestres, tal como
se explica na literatura sobre ovni. Na maioria dos casos, as experiências
extraterrestres severamente negativas, como a mutilação
de gado e os “Homens de Negro”, estão conectadas
com o grupo negativo de Sírio (e Órion). Na realidade,
geram mais medo do que danos.
Às vezes, os sírios físicos (e
os de Órion) podem romper as camadas de proteção
do sistema solar e tentar provocar o caos. (Figura
04i)
Quais são suas motivações ?
Ao pesquisar antigos
textos sumérios que fazem referência à história
antiga e à natureza dos conflitos entre os deuses, percebe-se,
claramente, que a terra (em conjunto ou em parte) estava envolvida nas
disputas territoriais com diversos grupos em diferentes épocas.
Com frequência se pergunta do por que os sírios estavam
tão implicados no desenvolvimento da Terra.
Se, realmente, for certo que Sírio é um
grupo ternário de estrelas (tal como sugere a tradição
astronômica dos Dogon),
é possível que o Sol (o sol da Terra) seja, ou tenha sido,
em algum momento, a terceira estrela ?

Se isto for certo, a Terra poderia ter sido parte da
disputa territorial entre os sírios desde o mesmíssimo
começo. Isto explicaria porque os sírios negativos
consideram que é de seu direito fazer, na Terra, o que lhes pareça,
e por que levantam o dedo acusador a outros extraterrestres que interferem,
erroneamente, nos assuntos internos de Sírio, criando, deste
modo, muitas lutas históricas.
Atualmente, o Sol só está a 8,7 anos luz
do sistema de Sírio e tem sido considerado, pelos astrônomos,
parte de nossa família estelar local.
Muito dos antigos sírios eram bastante hábeis
no manejo da engenharia genética. Durante a infusão da
Terra, os sírios físicos implantaram um código
oculto de DNA nos primeiros humanos. Quando os seres da Terra, como
raça, chegam a uma determinada frequência vibratória,
este código se dispara.
Provavelmente, o que vemos na Terra,
em termos de despertamento espiritual, que vem acontecendo desde os
anos 1960, como o movimento New Age – Nova Era – apresentando
desdobramentos de diferentes tendências na busca consciencial,
seja efeito desse código acima mencionado. Desde aquela década
os indivíduos passaram a buscar mais em Si as respostas por suas
idiossincrasias interiores, e não mais nas tradicionais religiões
e cultos.
Esse código ajudará aqueles que vivem
na Terra a recordar o passado galáctico da humanidade. Os sírios
negativos contemporâneos têm evitado, estoicamente,
passar à quarta densidade devido ao medo da não existência.
Temem que se a Terra conseguir esta transição, eles também
terão que passar e deixarão de existir.
Esse “medo
da não existência” pode
ser comparado ao medo que esmagadora maioria dos terráqueos encarnados
têm da transição chamada morte. Para as pessoas
que não conhecem a existência das demais densidades –
ou demais realidades existenciais – a morte significa o fim. A
não existência, ou o findar da existência. Mesmo
com a pregação das religiões tradicionais dizendo
que com a morte do corpo físico a alma se transfere ao céu,
ou ao inferno, conforme o caso, os adeptos dessas religiões não
olham isso com muita confiança.
Eles acreditam que se mantiverem a sociedade encerrada
no medo, a Terra não conseguirá efetuar essa mudança.
De um modo geral, não podem determinar o destino da humanidade,
já que os habitantes terrestres têm mais poder do que suspeitam
os sírios negativos. Não obstante, continuarão
nesse contexto. Não conhecem outra maneira.
“A sociedade encerrada no medo”
– isso é muito significativo. Basta
analisar o teor central dos ensinamentos das religiões tradicionais,
mormente as cristãs. Seus ensinamentos se baseiam na disseminação
do medo. Medo de um “Deus” severo, vingador, punindo uns
e privilegiando outros. O despertamento que vem se dando desde os anos
1960 investe no contrário disso. Ou seja, privilegia o Auto Conhecimento,
a auto confiança e a auto ajuda. Resumindo, é o indivíduo
e ele mesmo, alçando-se ao seu EU interior. O Deus interior que
todos possuem. E´ a derrocada do medo. E´ o despertar da
coragem.
Não importa se se trata de extraterrestres físicos
ou energias arquetípicas. A identidade dos sírios está
entrelaçada com a da humanidade. Esta é rica em conhecimentos
e também em desafios.
Deve-se sempre recordar que Sírios é uma
Tríade, e não esquecer, jamais, o que isto representa
– a integração das polaridades – e este é
o destino da Terra.
- - - o 0 o - - -
Final do capítulo 4
Todo o texto em marrom é de minha
autoria.
- - - o 0 o - - -
Apostila escrita por
Luiz Antonio Brasil
Poços de Caldas – MG – Brasil
01 de Maio de 2012
http://www.vivenciasespiritualismo.net
Distribuição gratuita - Se for copiar
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