Capítulo 1
Visão Universalista
Como
primeiro ponto a nos apoiarmos, concernente à Unidade, sigamos
a figura 1.
Na impossibilidade de fazer a figuração
daquilo que nos é inimaginável, ao que lhe damos o nome
de O Todo, desenhamos o quadro como é visto. Ao visualiza-lo
tenham em mente que é algo Informe, sem forma, Ilimitado, sem
limites. Na figura, então, temos o que chamaremos de o TODO CÓSMICO
CONSCIENCIAL. A Consciência UNA.
Nesta única Consciência
UNA (a redundância é proposital), e considerando apenas
o plano objetivo, ou externo em que nos situamos – plano físico
– encontram-se os incontáveis aglomerados estelares: os
sistemas galácticos. Figura 2 – Sistemas galácticos
que, ultimamente, pela presença bisbilhoteira de potentes telescópios,
alguns situados nas elevadas montanhas e o Hubble situado na órbita
da Terra, mais se evidenciam em quantidade na demonstração
clara de que, de fato, o TODO CÓSMICO CONSCIENCIAL é ilimitado.

Esmiuçando cada sistema galáctico
deparamo-nos com as configurações solares, ou sistemas
planetários, cujo exemplo de nós mais conhecido é
este ao qual pertencemos: o Sol e sua esteira de planetas onde, inclusa,
se acha a Terra, nossa vivenda cósmica. Figura 3

Aproximando nossa lente desta minúscula
esfera – minúscula em termos cósmicos – denominada
Terra, observamos que ela é um Universo em si porque em seu bojo
abriga bilhões de sistemas microcósmicos. Estes bilhões
de sistemas microcósmicos somos nós, os seres que nela
habitamos.
Assim,
como ilustra a figura 4, é que nos vemos exteriormente. Seres
habitando uma só moradia, porém nos sentindo isolados
uns dos outros.
Todavia, na realidade, a percepção
de separatividade é falsa. Ela é oriunda do efeito causado
pelo distanciamento consciencial que nós, viventes na Terra,
por nós mesmos, adotamos quando optamos por colocar a matéria
no altar da idolatria, perdendo, em consequencia, a percepção
da Consciência UNA.
Passamos a ignorar que a matéria
nos foi concedida como instrumento da jornada de retorno à unidade,
e não de foco constituinte à adoração.
Devotando-nos, cegamente, à ela,
à matéria, perdemos a sensibilidade que nos mostraria
que a separatividade se dá apenas ao nível das limitações
externas dos corpos, mas que invisível aos olhos estão
as linhas, ou filetes energéticos, interligando-nos uns aos outros.
Ou linhas magnéticas, como acontece entre o Sol e seus planetas,
e os satélites destes.
A não detecção
dessas linhas, ou o ignorar a interrelatividade entre todos e tudo,
é a causação de todos os desequilíbrios
sociais que vivemos.
Como ilustração dessa
interconectividade temos a figura 5 a seguir. Nela, esquematicamente,
vemos a interconectividade cósmica. Podemos dizer que estamos
no extremo inferior desse ininterrupto fluxo que circula em via de mão
dupla. Tanto vem de “Lá” para cá, quando vai
de cá para “Lá”, numa demonstração
clara de que fazemos parte da Consciência UNA, ao mesmo tempo
em que ELA somos todos nós – os seres – animados
ou inanimados de todos os Universos.

Em síntese: Todos somos
Um !
Essa observação nos leva,
também, à figuração demonstrada pela figura
6.

Nesta fazemos uma comparação
do entrelaçamento magnético que mantém o equilíbrio
entre os corpos estelares com o que chamamos de “magnetismo Mental”.
No quadro “A” o foco magnético centralizar
de uma galáxia cujo efeito é o espiralado corpuscular
formado por incontáveis sóis, seus respectivos planetas
e satélites. Magnetismo esse que, no seu efeito físico,
fixa sobre o solo dos planetas os habitantes por ventura existentes.
No quadro “B”, comparativamente com o quadro
“A”, porém no aspecto etéreo,
vemos o foco magnético centralizador – a Consciência
UNA – cujos eflúvios mentais espargem-se por todos os Universos
e atingem, magneticamente, a mente dos seres sencientes.
E´ a este magnetismo mental que
deixamos de responder quando, sentindo-nos autosuficientes decidimos
por “controlar” nossos próprios destinos. Na verdade,
controlar relativamente, porque mesmo tendo deixado de, conscientemente,
responder ao magnetismo mental, mantém-se a interconectividade
que vez ou outra nos abala com seus métodos corretivos: A dor.
Se, de fato, inteligentes fôssemos,
a exemplo do magnetismo planetário que nos fixa sobre seu solo,
também deveríamos nos manter fixos, conscientemente interconectados,
aos fluxos da Mente UNA. Estaríamos vivendo a Unidade da qual
proviemos.
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