Compreender o Amor
– Parte II
Vivências
Na sequência das explanações apresentadas na Parte
I desta entrega, falaremos de uma outra vertente sobre a compreensão
do amor.
Nestes tempos de mudança, no vivenciar o salto
quântico de planeta, somos hoje agraciados com a possibilidade
de viver muitas vidas numa só vida.
Também no campo do amor, são muitas
as possibilidades para as vias do aprendizado, do perdão, do
reequilíbrio cármico.
Na vivência actual, todos temos a possibilidade
de um maior e melhor “aproveitamento escolar”...
Em todas as áreas das nossas vidas, as mudanças são
extremas e galopantes.
Inúmeras “cadeiras” que deixamos
para trás noutras vidas, retornam a nós, para que, e
dentro do nosso livre arbítrio, as possamos, ou não,
concluir.
A área do amor não é excepção…No
intuito da superação do nosso nível vibratório,
o Universo, qual laboratório aprimorado, faculta-nos todo o
material que precisamos para a vivencia e conclusão das nossas
experiencias emocionais.
Assim, e para aqueles que iniciaram o Caminho, este
vai sendo pontuado por encruzilhadas de decisão.
Estas, são o reencontro com os Seres mais marcantes
nas nossas vidas passadas (paralelas). Todas as pendências desses
relacionamentos vividos (os bons e os menos bons), podem ser transmutadas,
pelas escolhas que fizermos no momento presente.
Na atracção que se gera entre duas pessoas
que se cruzam, estão contidas múltiplas memórias
de experiencias vividas a dois. Cabe, nesse momento, a reflexão.
- avaliação do processo individual
- esmiuçar a “tonalidade” daquilo
que se sente
Podemos com isto entender, qual o tipo, a natureza,
e a densidade da energia dessa atracção e com isso libertar
a resposta do nosso corpo emocional, sentir qual a expressão
da mesma.
Quando nos permitimos este “compasso”
de espera, de auto-análise e interiorização,
deparamos com a autêntica cor do filamento energético
que nos une a determinada pessoa. Numa demonstração
de crescimento e evolução consciencial, podemos então
fazer a escolha, visualizar nitidamente qual o papel desse Ser nas
nossas vidas.
Na maior parte destes encontros sincrónicos,
as pessoas envolvidas não compreendem a dimensão e as
possibilidades dessa bênção, desse amor, e por
norma são reacções básicas como o impulso
sexual, que dinamizam a relação.
Inicia-se assim novo ciclo de dependência, fuga,
ou alienação, através da efémera gratificação
dos sentidos físicos.
Não sendo esta a motivação para
a “experiência”, estes relacionamentos são
de curta duração, e por norma deixam um grande vazio
interior nas pessoas envolvidas.
A expressão do amor pela via sexual, é
apenas uma das variantes possíveis, não sendo mais,
nem menos perfeita que outra qualquer.
No entanto e pelo já referido, vivemos tempos
de superação em que o potencial de força e de
criatividade “residentes” nos chacras inferiores, pode
e deve ser transmutado numa energia libertadora, expansiva, que fomente
a conclusão da nossa missão de vida.
Muitas são as formas de vivenciar um sentimento
amoroso entre um homem e uma mulher, todas elas podem ser “estações
de amor”, que nos conduzam ao Caminho de Retorno.
Abraço de Luz
A.