Mensagem Psicografada

 
 

 

 

Convivência____________________________________

Aos seres viventes na Terra está designado que coexistam aos pares.

Não é uma designação aleatória, sem que, por detrás, haja um motivo sublime.

Este motivo sublime não é o da perpetuação da espécie, pois para tais providências poderia ter sido feito de modo diferente.

Quando os Responsáveis pelas vidas no sistema solar planificaram essa designação tinham em mente a Origem magnificente de todos os seres em essência.

Tomando como ponto de partida essa origem, verificou-se que nada melhor para os padrões de convivência que os espíritos que viessem de encarnar no planeta Terra o fizessem na formação de pares. De casais, como vocês o denominam.

Verificou-se, ainda, que a planificação do chamado corpo humano tomasse duas vertentes que se complementassem, entretanto.

Assim planificou-se a formação dos dois gêneros humanos. O homem e a mulher, morfologias que se definiram para o conviver no planeta, bem como, se complementando.

Essa planificação tomou, ainda, um outro cuidado. Este voltado para o lado mais íntimo de cada ser. A formação de sua individualidade.

O lado mais perigoso de toda a trajetória que um Espírito faça sobre a face deste planeta.

Perigosa porque nesta fase de individualização corre-se o risco de se cristalizarem os instintos desenvolvidos durante a fase dos irracionais, tornando o indivíduo um ser irascível, indomável, arrogante ao extremo.

Justamente para evitar tal cristalização adotou-se o recurso de convivência aos pares. Isto é, todos os indivíduos se veriam, num certo dia, inevitavelmente, atraídos por outros de gênero oposto ao seu.

Não só se resolveria a questão da perpetuação da espécie como o arrefecimento dos instintos a que mencionei acima, pois o indivíduo se veria obrigado a se render à evidência de que, para se sentir completo, e realizado, estaria na dependência de um outro. Portanto, estaria aprendendo a se doar, a se dividir, a se entregar aos impositivos da vida em benefício próprio.

Mas falando assim vocês podem pensar que os Responsáveis pelas vidas no sistema tiveram em mente criar seres autômatos.

Não ! Nada disso.

Sabiam bem que dentre os planos também deveria estar incluído o fator Livre Arbítrio. E este foi incluído nos planos e na consequente formação dos indivíduos.

E estavam prontos todos os preparativos para o início da chamada vida humana no planeta.

Inicialmente os seres humanos mas aparentados física e psiquicamente, se assim podemos falar, aos animais, formavam pares apenas para o conviver dos instintos procriativos.

Todavia, o tempo foi rolando os ponteiros e chegou-se à era de agora. Esta que todos olham orgulhosos, vaidosos, tais as conquistas tecnológicas alcançadas.

Vôos espaciais, viagens às profundezas marinhas, perfurações que avançam quilômetros pela crosta planetária, veículos terrestres de potencial mecânico nunca visto, entretanto, par e passo com toda essa conquista, o homem não soube cultivar o maior bem que deveria usufruir quando aí encarnado: A convivência.

O amansar de seus instintos, o domínio do orgulho, o controle de sua irracionalidade ainda latente. Perdeu, completamente, essa visão de vida e se encontra à beira do mais profundo abismo com que já se defrontou.

A continuar nessa marcha estará, irremediavelmente, retornando à barbárie, e desta ao estado de irracionalidade pura, animalesca, com o agravante de tornar-se algoz de si mesmo, da raça.

A diferença de gênero humano, socialmente falando, está desaparecendo. Permanece, contudo, a diferença morfológica que, no entanto, devido à avidez dos costumes desenfreados está criando deformações morfológicas no perispírito (corpo Astral) inapropriadas à convivência aos pares.

Não demorará muito e serão noticiados casos de nascituros morfologicamente estranhos em seus órgãos genitais. Nem homem e nem mulher. Algo que escandalizará obstetras e outros integrantes das equipes médicas.

E´, porém, este o caminho que a humanidade, mentalmente deturpada, está criando. E´ o Livre Arbítrio extrapolando o próprio indivíduo, e por escolha própria.

Quando se planejou a vida no sistema criou-se, como citei, as condições ideais do encontro de almas para que, destes encontros formassem pares que se complementassem, promulgando a construção da chamada felicidade na Terra.

Não obstante, as escolhas foram outras. Os encarnados escolheram a individualidade animalizada, e nesta sim, se automatizaram sob o controle dos interesses programados por grupos que ditam os costumes que todos aceitam como os melhores.

Caríssimos, vocês são espíritos, mas da forma como procedem estão renegando a origem, e isto poderá lhe ser muito danoso.

Ainda há tempo para a reversão da sistemática que tanto lhes enche de orgulho. Caso contrário estarão vendo, horrorizados, o esfacelamento de cada um desses “castelos ilusórios” que têm construído.


Ismael

13.06.2009