Mensagem Psicografada

 
 

 

 

Não ter Medo____________________________________

O que é o medo ?

Somente um sentimento ?

Uma reação ao desconhecido ?

De onde vem sua fonte ?

Todos os animais, e os homens também, sentem medo.

O medo, numa descrição simples, é a expectativa quanto ao desconhecido que se supõe, se aproxima.

Todavia, essa definição não explica nada. Ainda mais falando em expectativa.

Tentemos dar um esclarecimento mais consistente.

O ser encarnado na Terra vive, simultaneamente, duas dimensões. A dimensão física e a dimensão Astral. Embora que esta lhes seja conscientemente imperceptível, todavia, vocês a vivem 24 horas por dia.

Sendo assim, suas antenas do inconsciente detectam movimentos e aproximações como se fossem seus ouvidos e olhos. Detectam sem, contudo, dar-lhes uma definição do que, de real, esteja a acontecer.

Estes sinais, indefinidos, tocam a seus âmagos, alertando-os de que algo, nas cercanias, mudou.

Como todos trazem histórico pouco brilhante oriundo de vidas passadas, do qual nem se quer ouvir falar, essas sinalizações nada mais são que reminiscências daqueles acontecimentos, conscientemente, esquecidos.

Esquecidos, porém não extintos.

E´ como o acordar repentino de um profundo sono. Abre-se os olhos, esbaforidamente, quase a não reconhecer o lugar em que se encontra, para, aos poucos, ir se ajustando ao estado de consciência.

Assim são, semelhantemente, os efeitos desses aproximares que acontecem na dimensão Astral adjacente a cada um de vocês.

Reminiscências que tumultuam a quietude do lago consciente em que estavam na vigília do dia.

Uma percepção que, inconscientemente, lhes anuncia que alguma coisa está a alterar o que já está estabelecido e aceito.

Desta forma, surge o instinto de defesa, de sobrevivência, de conservação. Resumindo, de Medo.

Temor ao desmoronamento do que está estabelecido e aceito.

Todavia, se conseguissem “ouvir” com mais acuidade o “som” dessas aproximações não sentiriam tanto medo como o sentem, porque teriam tempo para se ajustarem ao momento novo, e inevitável, que vem chegando.

Contudo, seus ouvidos perderam essa acuidade, pois se deixaram ensurdecer pelos sons do mundo em que vivem. Ensurdeceram-se para as sutilezas dos sons, como há muitos milênios perderam a capacidade visual de enxergar a dimensão vizinha.

Assim, vão ficando cegos e surdos aos sinais que se propagam tão próximos, e que, ao mesmo tempo, lhes parecem tão distantes.

Como animais assustados, estão a viver, permanentemente, com Medo.


Joelson