Povos Nórdicos____________________________________
Nome indicativo daquela região
européia nas proximidades do círculo polar, onde os dias
se contam por seis meses do ano, e igualmente assim é a noite,
em que não há o obscurecimento como se dá nestas
regiões tropicais.
Mas estou a escrever sobre aqueles povos
sem, no entanto, me referir aos habitantes desta era atual.
Quero, sim, historiar sobre eras que
estão perdidas na memória do tempo e que, muito pouco,
se tem de registros na historiologia daqueles tempos.
Estimava-se que eram regiões
inabitadas devido o frígido clima local.
Assim pensavam os povos abaixo daquelas
linhas e próximos ao Trópico de Câncer. Entretanto,
ledo engano.
Naquelas paragens onde as estepes se
cobrem de grossas camadas de neve durante boa parte do ano, residiam
povos belicosos e ambiciosos em seus planos de conquistas.
Fortaleceram-se por vários séculos,
isolados que estavam do restante dos demais povos do continente eurásico
e, quando soou o tempo de se moverem rumo ao sul, puseram suas caravanas,
legiões de guerreiros, em marcha.
Como uma avalanche de neve que despenca
encosta abaixo, aquelas legiões vieram “soterrando”
os povos que encontravam à frente de sua marcha.
Eram tão insensíveis e
catastróficos que, apropriadamente, receberam a alcunha de bárbaros.
Apropriadamente, foi o que escrevi, pois assim, de fato o foram.
Impiedosamente, massacravam aldeias
e populações maiores. Saqueavam seus pertences, exterminavam
homens e crianças, e raptavam suas mulheres.
Atrevo-me a compara-los a hordas animalescas,
pois suas agressividades estavam além do que se possa igualar
a qualquer parentesco com o gênero humano.
Foi assim que adentraram as regiões
mais ao sul da eurásia e fincaram suas civilizações.
Malgrado as atitudes, indubitavelmente
deploráveis, contudo, cumpriam uma parte do enredo cármico
coletivo daqueles séculos.
De suas presenças, inicialmente
deploráveis, as gerações posteriores receberam
ensinamentos que até hoje são válidos para toda
a humanidade.
São aqueles princípios
de Odin, o deus nórdico que, posteriormente, com a miscigenação
dos povos, se sincretizaram nos costumes religiosos dos asiáticos,
mais especificamente da Índia e Paquistão, bem como do
oriente próximo, quando do surgimento do profeta Maomé.
Pode parecer incongruente o que estou
descrevendo, entretanto a historiologia cósmica conta que, para
os desideratos serem cumpridos, utiliza-se de instrumentos que aos olhos
humanos parecem conflitantes com o que se conhece, hoje, de religião
e beatitudes.
Contudo, assim não o é.
Os desígnios superiores têm
sua razão de ser e, obstaculize, ou não, o homem, eles
se cumprem.
Desta forma, para que possam compreender,
esclareço que aqueles povos alinhados ao Trópico de Câncer
estavam comprometidos com a historiologia cósmica. Isto é,
um carma coletivo a ser resgatado, comprometimentos que vinham de existências
acontecidas em orbes que não a Terra.
E na feição de povos bárbaros,
inescrupulosos, fazia-se cumprir o resgate libertador das almas comprometidas,
ao mesmo tempo em que se abriam horizontes novos para as gerações
futuras.
Muitos dos barbarizados puderam, por
esta libertação, retornar aos seus orbes de origem. Outros,
também dos libertos, optaram por permanecer na Terra, cumprindo
missões salvacionistas, seja encarnando nas civilizações
que vieram depois, ou, mantendo-se no plano Astral, contribuindo com
a organização daqueles mesmos povos nascentes.
E aos poucos aqueles bárbaros
foram se extinguindo, dando margem ao que na atualidade a geografia
política dos povos está fixada.
Aqui termina nossa narrativa ?
Não, não termina.
Estivemos visitando o passado. Agora,
com a permissão dos Maiores, poderemos citar pequeno trecho relacionado
ao futuro.
Será que todos aqueles seres
que protagonizaram o impacto Odin sobre a Eurásia, bem como aqueles
outros que foram suas vítimas, já não mais se encontram
encarnados, ou não mais habitam a psicosfera da Terra ?
Ao contrário, muitos daqueles
líderes, tanto da facção dos invasores quanto dos
povos espoliados, se encontram encarnados, uns, e ativos na psicosfera
planetária, outros.
Uma poderosa onda simbiótica
interliga os personagens que se encontram numa dimensão e noutra,
e o fluxo energético que transita nessa malfadada associação
é de mesma intensidade, e perversidade, daqueles tempos esquecidos
pelas culturas posteriores.
Em resumo, numeroso contingente de beligerantes
está concentrado sobre aquele mesmo território eurasiano,
confabulando e concatenando intenções bárbaras.
Isto significa que todo o planeta, como
sociedade humana, está diante de um dos maiores equívocos
político-sociais de que já se viu.
Se os homens que ocupam posições
de comando não forem habilidosos o bastante para contornar o
círculo de fogo que já se encontra aceso na psicosfera
daquela região, suas chamas se transporão ao meio físico,
incontrolavelmente.
Como, também, as demais pessoas,
num todo coletivo, podem dar suas valiosas contribuições,
mentalizando luzes apaziguadoras envolvendo aqueles povos.
Há muita ambição
e inexcrupulosidade sendo postas em jogo, cabe, então, aos bons,
vibrarem Amor e Solidariedade para apaziguar os sanguinários
de agora.
Joelson