Mensagem Psicografada

 
 

 

 

Universo Dual____________________________________

 

Tudo o que vossos olhos contemplam tem sua contra parte.

A ciência dos homens vêm, paulatinamente, detectando essa realidade e conseguindo algum sucesso no aproveitamento das forças que, paralelamente ao que é visto, estão no que não é visto.

Contudo, a visão humana, prisioneira da fatuidade das ilusões, não abre oportunidades para a interação efetiva com a dualidade que vos cerca.

E assim perdem valiosos recursos que ofereceriam soluções – quase mágicas – para os problemas que de vós estão próximos.

Mais dias, porém, e como que diante de um grande susto, se depararão com este paralelismo e, então, compreenderão muito dos por quês que têm vivido.

Entendam este dualismo a que estou me referindo não tão somente como o corriqueiro que já conhecem: “o bem e o mal” o “bonito e o feio”, mas com algo muito mais abrangente, como o de serem, há um só tempo, entes palpáveis possuindo uma contra parte impalpável, porém tão autêntica e vívida, uma quanto a outra.

Procurem a isto imaginar.


Ismael

22 de Novembro de 2009


Após receber a mensagem acima e meditando sobre a mesma, entendi o seguinte:

Um Ente Palpável e outro Impalpável, contudo um único e mesmo ser. Simultaneamente as duas partes vivem as mesmas situações em dimensões paralelas, uma à outra.

Os entrechoques que se vive no lado palpável se tornam mais fortes quando se força situações que não podem, concomitantemente, serem de conformidade com o impalpável. Talvez o inverso também seja possível.

Em razão disso, os atos a acontecerem, ou a se programar neste lado físico, deveriam ser, sempre, comedidos e embasados na realidade do possível.

Assim, tomando destes cuidados, estar-se-ia equalizando condições harmônicas para com o desenrolar da vida, pois a face impalpável corresponderia na mesma tonalidade.

Quando se fala em sincronicidade, deve-se levar em conta o universo paralelo. Como exemplo, as rodas de um trem que percorre os dois trilhos, lado-a-lado, que têm de estar sincrônomas em seu giro. Pensar nisso, talvez, seja pensar num fantasma que, lado-a-lado, percorre a vida conosco, mas, ao que de fato parece, é isso mesmo.

Aqui como encarnados somos o fantasma daquele mesmo Eu do paralelismo da vida, conquanto, ao mesmo tempo, ele é nosso fantasma, porém tão vívido quanto nos sentimos.

Absurdo ?!

Será ?!

Quantos mistérios mais nos cercam ?

A figura acima é somente para facilitar a imaginação.